As sessões ordinárias da Câmara Municipal de Vereadores de Umbaúba tem chamado muito a atenção da população principal por causa da atuação em tribuna de dois parlamentares da casa. Nos debates, o assunto do momento – o fechamento dos Diques –  e um pouco da boa e velha ladainha politica.

Os debates ocorrem de forma calorosa entre os dois principais (devido aos cargos) vereadores da casa no momento.

De um lado, o líder do governo, Renato Kleverson Soares Feitosa ou simplesmente, Renato de Careca, indicado pelo executivo para representar a gestão nos seus interesses, nos interesses do povo. Do outro lado o autoproclamado líder da Oposição José Ailton Hermenegildo ou Zé Ilton do Imbé, fiscal do povo. Em pauta para os dois na sessão de ontem, o fechamento dos Lava jatos que operavam no município de forma irregular.

Em quanto o caso do fechamento promove a preocupação geral devido a insegurança salarial que pode gerar a insegurança alimentar e física, o vereador Zé Ailton que também é membro do conselho de meio ambiente usou boa parte do seu tempo para tentar descobrir de que é a culpa da situação neste momento, uma vez que, segundo ele, a gestão atual culpa a anterior por não ter concluído o processo quando iniciou em 2010. Na época, o vereador e seus colegas aprovaram a lei ambiental que rege o município hoje.

O vereador aproveitou ainda para enfatizar que ele participa do conselho de meio ambiente (apesar de não ter se apresentado assim aos manifestantes na ocasião do protesto) e disse ter participado de reuniões que não deram em nada.

Próximo a utilizar a tribuna, o vereador Renato de Careca discursou de forma enérgica e alegou que não tinha indo ao local da manifestação para fazer politica, mas para ajudar o povo, fazendo uma tênue ligação à fala do companheiro. Para tentar responder ao colega, ele falou sobre a visita da secretaria de Meio Ambiente A ADEMA e convidou a todos para uma reunião que acontecerá hoje as 17h com os proprietários dos Diques.

No momento que foi comunicado a realização desta reunião as coisas voltara a ter o tom de Toma Lá Da Cá, pois Zé Ailton voltou a questionar o porquê da reunião não ser realizada no novo auditório da Casa Legislativa e teve a já esperada resposta.

Atrelado a tudo isso foi esquecido os verdadeiros culpados por pelo menos 50% de todo esse problema, uma vez que mesmo depois de notificações e multas aplicadas, além das sucessivas reuniões com a gestão anterior e a atual deixaram que sua inercia e má fé deixasse o problema ´que era deles chegar aos inocentes que escravizam o dia a eles.

Ao final da sessão, nenhum destes confirmou a sua inda a reunião, pois todos tem no dia de hoje uma agenda partícula supostamente mais importante que a situação pela qual tanto discutem e acusam-se, disse que tentarão estar presentes.

E assim sendo, tudo se discute, se propaga em falácias e nada de fato se resolve, pois a aparente preocupação é mais importante que a junção de esforços para a resolução do problema.