O prefeito do município de Estância na região sul de Sergipe, a cerca de 68 km da capital Aracaju, resolveu utilizar de todo o seu poder para tomar de volta todos os cargos de funcionários indicados por 05 de seus vereadores aliados. O motivo seria o mais comum na politica. Falta de apoio entre os aliados.

TITO MAGNO - CARLOS MAGNO - GILSON ANDRADE

A noticia repercutiu durante toda a semana e foi e foi manchete no programa de rádio “Jogo Aberto”, do comunicador Eduardo Abril na manhã deste sábado, 08/02. Segundo informação dadas ao programa, os vereadores que integravam a bancada governista acabaram “chupando dedo” com essa determinação de retomada de cargos do prefeito Carlos Magno.

Dos cinco vereadores que perderam suas indicações, somente um fez parte da coligação do prefeito nas eleições passadas, mais ele juntamente com outros parlamentares integravam a bancada governista e foram pegos de surpresa ao terem suas indicações suspensas depois de não confirmarem o seu apoio ao nome escolhido pelo prefeito como deputado nas próximas eleições. Os parlamentares ofereceram apoio a reeleição do deputado estadual Gilson Andrade (PTC) mais o prefeito teria outros planos.

“Carlos Magno gostaria que eles apoiassem o candidato dele para deputado, que seria o seu filho, o vereador e presidente da Câmara de Vereadores, Tito Magno (DEM)”, disse Abril. A veracidade dessa informação atribuiria ao prefeito o status de ditador no tocante ao modo como ele conduz suas alianças politicas.

De acordo com informações, todos esses vereadores que tiveram suas indicações suspensas, apresentaram nomes para serem secretários municipais adjuntos.

Na relação dos vereadores que estavam com indicações de cargos na prefeitura estão os seguintes nomes:

Tertuliano Pereira (PRB), tinha ou ainda tem seu pai Nilton Pereira (ex-vereador), como secretário adjunto de Finanças;

Sérgio da Larissa (PTdoB), Júlio Camelô (PMN), Pedro Benjamin (PPS) e Zé da Paz (PSDB).

INFO: A Tribuna Cultural