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A segurança pública é o assunto do momento na câmara dos vereadores de Umbaúba. Independente de ser situação ou oposição, todos convergem no mesmo pensamento.

CÂMARA DE UMBAÚBA
CÂMARA DE VEREADORES DE UMBAÚBA/FOTO: R. LIMA

O vereador de Umbaúba vem juntado forças em torno do assunto do momento no município, a segurança pública, ou neste caso a falta dela. Os roubos e assaltos a mão armada tem tirado o sossego dos moradores do município e os vereadores resolveram fazer o seu papel de reclamantes neste processo.

Na sessão ordinária desta terça-feira, 16/06, o assunto foi amplamente debatido. Alguns reclamaram da falta de ações preventivas no município e procuraram uma solução outros porem, procuram um culpado para o atual estado em que se encontra o município.

A primeira reclamação veio do vereador Junior do Conselho que falou em nome “Papada”, comerciante que na semana passada teve seu comercio roubado e um tiro disparado contra ele. Em sua fala Junior propôs que todos os parlamentares e empresários se juntem em um abaixo-assinado  para ser entregue ao secretario estadual demonstrando assim o descontentamento de todos quanto ao estado de caos.

Renato de Careca, o segundo a usar a tribuna fez menção a fala do companheiro de bancada e lançou a todos o convite que recebeu da população para estar com eles na segunda-feira, 22/06, quando acontecerá segundo ele, uma caminhada popular saindo da praça de eventos até a praça da igreja (Gil Soares). Nessa passeata será cobrado das autoridades competentes o seu direito a segurança.

Zé Ailton do Imbé começou sua fala cobrando do município a implantação do concurso para a guarda municipal que foi aprovada através de projeto de lei a cerca de 7 meses e vencido o prazo providencial ainda não saiu do papel, disse ele.

Informações ainda em fase de confirmação dão conta de que um impasse esta acontecendo entre o governo do estado e o municipal que estaria interferindo na implantação da guarda. Segundo essas informações, para ser implantada a guarda é preciso que haja policiais militares no comando dessa guarda e ai estaria o suposto impasse. O estado estaria disposto a oferecer esses policiais se (segundo o município) a gestão municipal custeasse seus gastos, o que para a gestão teria se mostrado dificultosa essa parceria.

O presidente da casa e o ultimo a falar na tribuna foi mais generalista e cobrou de todos de forma dura dizendo que “pagamos nossos impostos para que tenhamos de volta o que nos é de direto e de obrigação dos estados e municípios” que neste caso seria a segurança pública.