Aconteceu na noite desta terça-feira (31) a 212ª sessão ordinária da Câmara Municipal de Vereadores de Umbaúba, onde foi posta em julgamento as contas da prefeitura de Umbaúba referentes aos anos de 2010, 2011 e 2012, de interesse do ex-prefeito Anderson Fontes Farias (Professor Anderson do PT-13).

A sessão começou com a explanação de 10 minutos do interessado das contas que após os devidos cumprimentos aos presentes e aos legisladores pôs-se a discursar sobre o parecer enviado pelo Tribunal de Contas do Estado – TCE, o qual segundo Anderson chegou de forma atropelada tendo apenas 10 dias onde ele foi avisado sobre as mesmas e neste tempo não foi possível o amplo estudo das mais de 10 mil páginas referentes as contas. Lendo isso em consideração, Anderson fez a Câmara o pedido de protelação da votação para que ele possa se ater de forma mais ampla aos pontos citados como reprovados pelo TCE.

O requerimento foi estudado pelos vereadores e pela assessoria jurídica representada por Dr. Danilo nos dois minutos de recesso e logo quando retornados os trabalhos o requerimento com o pedido de extensão de tempo foi posto em votação como pede os tramites regimentais da casa. Ao serem questionados sobre o que decidiam, os vereadores aprovaram por unanimidade o requerimento concedendo assim mais tempo a defesa de Anderson F. Farias.

“Nunca vi na minha historia politica três contas chegarem de uma só vez pare serem julgadas e em casa legislativa e dando apenas 10 dias para o interessado faça sua defesa encima de 10 mil páginas”, disse Anderson.

A medida, com o era de se esperar parece não ter agradado a muitos dos presentes que ou por convicção própria ou por falta de entendimento, parecem terem saído descontentes da sessão. Já no rosto do postulante ao maior tempo, o que se viu foi a expressão de uma batalha ganha, a batalha por tempo, que como costuma dizer a velha frase, custa dinheiro, que se coloca muito bem nesse contexto.

Nestes próximos dias, ainda com data indefinida, a situação politica de Umbaúba para o pleito de 2016 continuará indefinido até a nova sessão de votação seja marcada e a decisão para sim (aprovadas) ou para não (reprovadas) seja enfim proclamado.