Desde segunda-feira, (18) início desta semana corre em vários grupos de Whatsapp noticias supostamente ditas pelas Polícias Militar e Civil de que supostos criminosos estaria se preparando para aterrorizar os um municípios Cristinápolis e Umbaúba. Os motivos, seria vingança contra a morte de três indivíduos em confronto com a Policia Civil de Umbaúba  na sexta-feira (15) passada logo após um arrastão em uma escola publica de Umbaúba. Os acusados moravam em Cristinápolis, município onde morreram após o crime.

O primeiro texto divulgado foi um que pedia para a população de Cristinápolis não sair as ruas, pois haveria este suposto confronto por vingança. O texto assustou a várias pessoas que leram e de forma Voluntária espalharem pelos grupos. Ao final, o texto esta assinado com as iniciais de um suposto policial militar do CISP dounicípio.

No segundo, o suposto aviso se estende às pessoas fo município de Umbaúba e tendo como auto o Delegado Paulo Cristiano da delegacia de Umbaúba e que comandou a ação onde os três indivíduos vieram a óbito. No conteúdo, um suposto pedido dele para que as pessoas se trancassem em casa evitando serem pegos pela onda de vingança.

Buscamos contato com a PM através do comandante do DPM Umbaúba que afirmou ser mentiroso o texto divulgado. Para que teve contato direto com o CISP sobre o fato, tudo não passou de uma brincadeira de mal gosto de alguém ainda desconhecido. Ele informou ainda que s PM nai divulga este tipo de nota que pode causar alvoroço pular e que o órgão estará investigando o suposto assinante da nota.

Sobre o texto de Umbaúba, a Policia Civil através de delegado Paulo Cristiano Alves Ricarte disse que nada disso procede. “Não há procedência nesse texto da minha parte, pois eu já mais divulgaria uma nota que pudesse causar o panico social através de bate papos e se necessário fosse faria através dos meios oficiais. Temos trabalhado incessantemente para a resolução de casos como este onde tivemos a rápida ação além de outros onde investigam os e prendemos homicidas resolvendo casos e dando uma rápida resposta a população. Temos cautela no nosso trabalho e no dia a dia, mas não nos amedrontados o suficiente para este tipo de comunicado”, informou o delegado Paulo Cristiano.