As coisas não andam muito calmas para o lado de uma dos políticos sergipano mais influente em Brasília, casa da politica nacional. É que muitos partidos andam pedindo a cabeça dele no cargo de influencia que ele ocupa no momento atual da nossa politica.

As informações publicadas pelo Estadão dão conta que o presidente em exercício “Michel Temer” vem sofrendo grande pressão para tirar o sergipano André Moura da liderança de seu governo na Câmara federal nos próximos dias. Alçado a líder do governo na Câmara por influência do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o deputado André Moura (PSC-SE) pode perder o cargo na volta do recesso parlamentar.

Partidos da base aliada começam a questionar a legitimidade de Moura e preveem que a inexperiência e a relação próxima com o deputado Cunha, afastado da presidência e com a cabeça a prêmio vão comprometer sua permanência na função.

Logo após a eleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ) para presidência da Câmara, PSB e PR iniciaram uma mobilização para a substituição do líder. Entre as alegações estão o fato de Moura ser filiado a um partido pequeno (o PSC tem oito deputados), não inspirar confiança na “tropa” e ter para sempre o espectro de Cunha sobre ele.

Além de PR e PSB, uma ala do PMDB defende a mudança. O incômodo da bancada peemedebista com Moura vem desde quando o Centrão colocou e divulgou, sem consulta prévia, o nome de parlamentares da sigla na lista de cerca de 300 apoiadores da indicação do deputado do PSC a Temer.

Despreocupado

Apesar da possibilidade de voltara ser apenas mais um Deputado Federal entre tantos outros,      André Moura disse desconhecer a articulação de bastidores desses partidos para derrubá-lo da liderança do governo. “Não ouvi nem tenho preocupação. Se existir, são atos de alguns que não aceitam, e não é de agora, a minha escolha”, afirmou o líder, sem citar nomes.

Segundo moura, Temer, presidente em exercício estaria satisfeito com o seu trabalho e que, por isso, não se preocupa com pressões. Enquanto a confiança de André permanece, Interlocutores de Temer reconhecem que tem crescido a pressão, mas ponderam que o presidente em exercício tende a se afastar das negociações.