No inicio desta semana um tema novo – além do Policial Federal de Coque (O Samurai da Federal) n a prisão de Eduardo Cunha – vem tomando conta das redes sociais e dos grandes meios de comunicação do Brasil. Os responsáveis por todos os comentários, os “Palhaços Macabros”.

Desde o ultimo domingo, (16) quando uma tentativa de um grupo de jovens de repetir aqui no Brasil uma pegadinha sinistra que vem dando muito certo para o humor dos Norte Americanos deu completamente errada, os cidadão e as autoridades encontraram um novo inimigo público.

Onde Tudo Começou?

Palhaços apesar de terrem por função fazer as crianças, jovens, adultos e até idosos rirem de suas palhaçadas, causam em algumas pessoas imenso pavor.

O medo de Palhaço ou a “Coulrofobia” como é oficialmente chamado existe desde de a idade média onde o Bobo da Corte que nada mais era do que o Palhaço real, muito misterioso, era o único que podia – mesmo que de forma disfarçada em brincadeiras – dizer o rei o que realmente pensava dele.

A Coulrofobia, foi muito bem explorada pelo cinema tendo em sua figura mais malvada e enigmática o Palhaço Coringa, o maior vilão dos vários filmes e episódios do Batman. Mais recentemente, uma produtora americana de vídeos para a Web (Youtube), a DM Pranks Productions  resolveu investir no lado macabro da coisa e trazer como personagem, com uma linha de vídeos própria a Serie “Killer Clown Prank!”, onde dois palhaços tocam o terror em vários lugares. Como tudo que é lançado e faz sucesso na net, os vídeos estão sendo copiados em todos os estados americanos, no Canadá e agora, no Brasil, mas por aqui a coisa não deu muito certo.

No Brasil

No vídeo acima, um palhaço muito sinistro espreita pessoas desavisadas em garagens, becos e ruas e as assusta com simulações de mutilação e assassinato. Na Terra do Tio Sam, a brincadeira de mau gosto tem vários espectadores e até entusiastas, mas em suas primeiras aparições por aqui, os adeptos da pegadinha sentiram – literalmente – na pele o custo de tentar zoar os brasileiros.

Pelo menos, foi isso que aconteceu na madrugada do último domingo (16) em Juazeiro, uma cidade na região norte do estado da Bahia. quando Na ocasião, segundo reportagem do G1, alguns jovens tentavam assustar as pessoas no meio da noite enquanto filmavam as reações para, posteriormente, publicá-las nas redes sociais.

Lucas Gustavo, o “palhaço baiano”, e um de seus amigos foi levado para passar a noite na delegacia depois de terem sido pedos ao tentar filmar as reações da pessoas enquanto o jovem musico de apenas 18 anos corria atrás dos desavisados armado com um machado e um violão.

As gravações do sinistríssimo chamou a atenção de policiais que faziam ronda pelo local e se depararem com um sujeito correndo atrás de cidadãos locais de forma ameaçadora. Diante das circunstâncias, os policiais sacaram suas armas e atiraram o indivíduo usando balas de borracha no lugar de munição letal, que acabou atingindo o Palhaço nas pernas.

Tudo isso seria apenas para poder criar um material que viralizasse em seu canal do youtube recém aberto disse o musico ao G1 local. “Acreditei que, se fizesse essa pegadinha, a galera iria gostar. Dessa forma, o canal iria ter um grande número de inscritos e, a partir daí, eu poderia criar os meus testes sociais e meus vlogs”, explicou.

Extremismo Sergipano

Em Sergipe, varias pessoas estão divulgando em massa a suposta aparição desses palhaços por vários municípios do estado. Nestas divulgações, o alertas são para o cometimento de vários supostos crimes reais tais como, Estupros, Assassinatos e sequestro de crianças. Este tipo de divulgação espalhadas pelos grupos de bate papos de aplicativos causa pânico geral.

Apesar disso, a SSP/SE afirma que, até o momento nenhuma aparição real foi registrada no esta e que se isso vier a proceder um dia as medidas necessárias serão tomadas. Enquanto isso, um vídeo supostamente gravado por moradores de um bairro de Itabaiana, agreste sergipano, mostra um homem armado com um revolver de grosso calibre e proferindo ameaças contra qualquer um que tentar realizar a brincadeira naquela cidade.