Morreu na drugada deste sábado (15), aos 70 anos, um dos maiores escritores sergipanos: Antônio Carlos Viana. Ele lutava contra um câncer tipo mieloma, que atinge a medula. A família informou que o velório acontece logo mais às 14h, na biblioteca Epifânio Dória, em Aracaju. O corpo do renomado autor e professor, será cremado, em Salvador.

Bibliografia

Viana era mestre em teoria literária pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e doutor em literatura comparada pela Universidade de Nice, França. Foi professor da Universidade Federal de Sergipe[1]. Era tradutor, contista e lecionava redação em Aracaju.

Viana publicou livros didáticos: “Roteiro de Redação: Lendo e Argumentando” (1997); “Guia de Redação: Escreva melhor” (2011).

Traduziu mais de duas dezenas de livros, dentre eles: “Os conquistadores de Júlio Verne”; “A controvérsia de Jean-Claude Carrière”; 

Publicou as coletâneas de contos: Brincar de manja” (1974); “Em pleno castigo” (1981); “O meio do mundo e outros contos” (1993); “Aberto está o inferno” (2004); “Cine privê” (2009) – Ganhador do Prêmio da APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes) e “Jeito de matar lagartas” (2015) – Vencedor do Prêmio da APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes).