O Deputado Marco feliciano, do Partido Socialista Cristão (PSC), teve seu nome vinculado a caso de assédio sexual e agressão a jovem militante do partido em Brasília. O caso, que ganhou repercussão a partir da denúncia feita pelo Blog Coluna Esplanada, vinculado ao Uol.

A matéria, escrita por Leandro Manzini, conta que a jovem disse que Marco teria tentado ter relações com ela e que, encontrando resistência teria lhe agredido, deixando até hematomas.

A matéria também apresenta suspostas conversas entre o deputado e a menina, de nome preservado, pelo aplicativo Whatsapp. Nelas, um número associado ao pastor pede que a garota esconda o hematoma da boca com batom e pergunta se o namorado da garota sabia do ocorrido.

Toda a história veio à tona após Hugo Studart, ex­professor da garota, colocar em sua página todas as denúncias contra o deputado, incluindo prints das conversas e usando apenas as iniciais para preservar a identidade. Ainda assim, pessoas próximas ao professor reconheceram as iniciais P.L como sendo de Patrícia Lelis. A própria garota gravou um vídeo e veiculou em que nega todas as denúncias feitas e dizendo que o pastor é uma pessoa boa, definindo a acusação com ‘horrorosa’.

Mesmo após o vídeo, Hugo manteve seu posicionamente e na noite desta terça­feira (2), voltou a publicar em seu perfil uma mensagem que ele atribui a movimentos evangélicos como o que ele chama de ‘admitir o pecado’. Neste texto, o autor pede aos fieis que não ‘crucifiquem’ caso a denúncia seja confirmada.

O pastor ainda não se pronunciou sobre o assunto. Ele cumpre seu segundo mandato como deputado federal por São Paulo e é conhecido por defender valores evangélicos e usar o discurso da ‘moral da família’.