Foi realizado na ultima quarta-feira (15), no fórum Desembargador Luís Magalhães em Umbaúba, o julgamento de Givaldo Dias dos Santos, acusado de assassinar o taxista João da Silva Cruz, 31 anos, (João Vitor) e enterrar seu corpo às margens da BR-101 na mesma cidade. Givaldo estava preso desde 23 de abril de 2015 quando confessou o crime e levou a Policia Civil de Umbaúba até um local As Margens da BR-101 onde enterrou a vítima.

O réu foi acusado de homicídio qualificado, destruição, subtração ou ocultação de cadáver, crimes pelos quais foi condenado a pena de privativa de liberdade de 20 (vinte) anos e 06 (seis) meses inicialmente fechado.

A Juíza Karyna Torres Gouveia Marroquim Abdala que presidiu o julgamento determinou que fosse levado em consideração o tempo de um ano e um mês de prisão preventiva já cumprida por Givaldo. Com esse adendo, o acusado e agora condenado terá apenas mais 18.11 anos a cumprir com a possibilidade de progressão de regime.

Na mesma decisão foi negado ao réu o direito de apelar em liberdade em virtude da aceitação ainda dos termos da prisão preventiva. Quanto a motivação do crime, o Conselho de Sentença decidiu que Givaldo Dias dos Santos cometeu contra vítima o crime de homicídio qualificado por motivo fútil.

O Caso

O taxista João da Silva Cruz (João Vitor), 30 anos, desapareceu no dia 15 de abril de 2015. Segundo a família, o mesmo teria saído para fazer uma corrida e não retornou. Preocupados familiares ligara para amigos e parentes do mesmo não conseguiram encontra-lo.

Desconfiados acionaram a policia que passou a investigar chegando até chegar ao acusado Givaldo Dias dos Santos, 30 anos, que confessou o crime e indicou o local onde estava o corpo. O corpo de Jão Vitor foi encontrado enterrado numa vala às margens da BR 101, no município de Umbaúba.